Domínios de Autoridade (B)
Ponto de vista: GTI — Governança de TI
O modelo de autoridade do SinergIA é estruturado em três domínios hierárquicos, cada um com responsabilidades, limites e critérios de escalamento distintos.
Domínio I — Autoridade de Execução
Seção intitulada “Domínio I — Autoridade de Execução”Limites de operação autônoma dos agentes de IA e critérios de escalamento em pipelines multi-agente.

Quem atua: Agentes de IA agênticos (ESP, INF, PRO, IMP)
Limite: Tarefas rotineiras (Nível 1) e relevantes (Nível 2). Toda tarefa crítica (Nível 3) escala imediatamente para o Domínio II.
Domínio II — Autoridade Operacional e Orquestração
Seção intitulada “Domínio II — Autoridade Operacional e Orquestração”Coordenação entre agentes e decisões operacionais que requerem supervisão humana qualificada.

Quem atua: Validador Técnico, Validador de Negócio, Artefato Orquestrador
Limite: Decisões operacionais e técnicas significativas. Exceções, conflitos e riscos institucionais escalam para o Domínio III.
Domínio III — Autoridade Institucional Suprema do Contratante
Seção intitulada “Domínio III — Autoridade Institucional Suprema do Contratante”Soberania decisória final e limites intransponíveis sem aprovação humana institucional.

Quem atua: Alta gestão, Encarregado de Dados, representantes institucionais
Limite: Não há limite — é a instância final. Toda decisão aqui é irrevogável pelos domínios inferiores.
Fluxo de autoridade na prática
Seção intitulada “Fluxo de autoridade na prática”
Diagrama geral
Seção intitulada “Diagrama geral”
