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Estrutura Institucional de Governança de IA (B)

Ponto de vista: GTI — Governança de TI

Quando um órgão adota o SinergIA, o framework prescreve duas instâncias complementares com papeis distintos para a governança de IA:

CGTI — Coordenação-Geral de TI

Instância operacional. Estrutura permanente do órgão com capacidade de execução, orçamento e agenda próprios.

  • Letramento e capacitação de equipes em IA
  • Organização de workshops, hackathons e eventos de adoção
  • Mapeamento das soluções de IA em uso no órgão
  • Produção e manutenção de IDRs
  • Monitoramento contínuo de soluções de IA em operação
  • Execução da política de gestão de riscos definida na GTI

GT-IA — Grupo de Trabalho de IA

Instância consultiva. Heterogênea, com pauta restrita. Não executa — opina, valida e delibera sobre questões encaminhadas pela CGTI ou CGD.

  • Opina sobre taxonomias de risco e diretrizes de uso de IA
  • Valida classificações de risco ético (AIE)
  • Recomenda ao CGD padrões, restrições e ajustes de política
  • Delibera sobre casos de risco alto ou excessivo
  • Subsidia o CGD com recomendações técnicas

  • Organizar eventos de capacitação
  • Produzir mapeamentos operacionais
  • Monitorar soluções em produção
  • Executar atividades com orçamento próprio

A CGTI aciona o GT-IA quando necessita de opinião formal antes de publicar uma diretriz, classificar um risco ou encaminhar uma recomendação ao CGD.

O GT-IA não tem agenda operacional autônoma — reage a demandas formais com pauta curta e decisões registradas em ata objetiva.


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