IDE e agentes no repositório (B)
Ponto de vista: GTI — Governança de TI
Editores com assistência de IA, agents em terminal ou serviços conectados ao repositório são ferramentas de apoio à IMP (e, na sustentação, ao SIS). Não configuram novo ponto de vista nem dispensam supervisão humana, níveis de autonomia ou evidência mínima.
O que permanece obrigatório
Seção intitulada “O que permanece obrigatório”- Decisões de arquitetura, segurança, dados pessoais e negócio: Validador Técnico, Validador de Negócio e demais papéis, conforme o caso — a IA não substitui a decisão humana nesses eixos.
- Rastreabilidade: commits e entregas com vínculo ao ID da história ESP (e política de reabertura vs demanda corretiva quando aplicável).
- SIS (sistemas em produção): separação fato vs inferência; uso de LKP, IRA quando exigido, e atualização de OBS / RUN quando a sustentação exigir — ver artefatos do SIS.
- Gates e pipelines: promoção entre ambientes e requisitos definidos em HAUT / HAMB / HSIS na INF.
Regras práticas para o repositório
Seção intitulada “Regras práticas para o repositório”- Arquivos locais de orientação a agentes (por exemplo regras do editor ou um
AGENTS.mdna raiz do projeto) devem referenciar estas páginas e os artefatos do órgão — não duplicar um “mini framework” com regras conflitantes. - Alteração de código só após escopo explícito (chamado, história ou RFC conforme o caso), com diff revisável e alinhamento ao DOD.
- Análise sem escrita (ler código, hipóteses, mapa de dependências) é uso típico de menor risco; ainda assim, tratar saída da IA como inferência sujeita a validação humana quando alimentar decisão ou artefato SIS.
Ligação com sustentação e fluxos
Seção intitulada “Ligação com sustentação e fluxos”Para o encaixe operacional (triagem, evidência, correção mínima, promoção), ver Fluxos por tipo de demanda — encaixe com atendimento de chamado.