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7 · Estrutura recomendada de um modelo de aplicação (S)

Um modelo de aplicação completo deve descrever, em ordem:

  1. Premissa e enquadramento. Tipo de aplicação, porte, criticidade, perfil da equipe, perfil contratual, perfil de dados.
  2. Modo escolhido e justificativa. Modo de partida e critérios para escalar/diminuir.
  3. Pontos de vista aplicáveis. Quais PV entram, com quais saídas mínimas, e quais ficam fora (com justificativa).
  4. Roteiro de fases. Sequência de execução com objetivo, atividades, artefatos, uso de IA aceitável e gate de saída em cada fase.
  5. Modelo operacional. Configuração de repositório, modelo de PR, pipeline mínimo, regras de branch, política de revisão.
  6. Gates e checklists. Critérios objetivos por gate (necessidade, especificação, arquitetura, PR, QA, homologação, produção).
  7. Matriz de rastreabilidade. Estrutura, identificadores e periodicidade de atualização.
  8. Métricas e KPIs. Indicadores de processo (rastreabilidade, cobertura, débitos) e de resultado (defeitos, retrabalho, incidentes).
  9. Riscos do próprio modelo. Pontos de atenção: ferramenta tratada como metodologia, IA gerando escopo informal, documentação posterior, teste tardio, falsa validação humana, microgestão.
  10. Anexos. Stacks de exemplo, modelos de OS, templates de PR, modelos de relatório.

Não é necessário que cada seção tenha o mesmo peso em todos os modelos: instâncias para projetos pequenos podem condensar várias dessas seções; instâncias para projetos críticos detalham cada uma.


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